Brasília passa a integrar World Cities Culture Forum

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A cultura como fator importante de desenvolvimento de centros urbanos. Esse é o objetivo do World Cities Culture Forum (WCCF), uma rede de governos locais e líderes do setor cultural de 39 cidades do mundo. A novidade é que Brasília passa a integrar o grupo.

O evento anual promovido pelo WCCF será de quarta-feira, 23, a sexta-feira, 25, em Lisboa, em Portugal. O tema da edição deste ano é Cultura, Identidade e Igualdade nas Cidades. Durante três dias, representantes das cidades estarão reunidos para a troca de experiências e informações.

O secretário de Cultura do DF, Adão Cândido, embarca para a Europa para participar do encontro. Para ele, a participação da capital na rede reafirma o papel da cidade como polo criativo.

“A inclusão de Brasília no World Cities Culture Forum foi uma construção conjunta do Governo do Distrito Federal. O governador Ibaneis iniciou esta abordagem quando viu, em Lisboa, os impactos práticos da Economia Criativa para o desenvolvimento da cidade. Desde então, temos atuado junto à WCCF para fazer parte deste grupo que tem a Economia Criativa como base do seu desenvolvimento sustentável, buscando trazer para a nossa capital os mesmos benefícios que vemos em outras grandes cidades de todo o mundo”, declarou o secretário.

Além de Brasília, São Paulo também integrará a rede. É a primeira vez que uma cidade brasileira entra para o grupo, que hoje é composto por representantes de 38 localidades, como Londres, Amsterdã, Lisboa, Bogotá e Nova York.

“Brasília, nos seus 60 anos, precisa se reinventar. Este processo é, na verdade, a construção de uma nova identidade para a capital, para ir além da dependência do setor público, fomentando novas ações e explorando outros segmentos econômicos”, afirma Cândido.

O mais interessante é que há uma troca de experiências para ajudar na elaboração de políticas públicas que explorem o papel da cultura como vetor de desenvolvimento dos centros urbanos. “Esta é uma grande oportunidade de trazer para Brasília toda a experiência de outras cidades, com pesquisas e iniciativas concretas de transformação e desenvolvimento por meio de Economia Criativa. A ideia é conseguir replicar essas boas práticas com resultados consolidados tendo como base a nossa realidade. Uma vez que alcancemos bons índices não só econômicos, mas sociais e sustentáveis por meio do fomento à indústria criativa, poderemos, sim, compartilhar com o resto do país, contribuindo para o desenvolvimento de todo o Brasil”, espera o secretário.

Com informações do GPS Lifetime

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