Comerciantes apostam em delivery de ovos de Páscoa para minimizar prejuízos

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Com o fim da quaresma em meio à quarentena pelo coronavírus, o comércio de ovos de Páscoa também será adaptado para minimizar os impactos causados pela pandemia. O feriado santo será celebrado no domingo (12/4) e, em função do decreto que estabelece o fechamento do comércio da capital até 3 de maio, lojistas apostam nas entregas (delivery) para evitar prejuízos maiores.

Consumidores podem utilizar a internet para encomendar ovos, assim como aplicativos das empresas. O Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista-DF) estima que 600 mil ovos de chocolate serão vendidos no DF até domingo (12/4). “O comércio está usando a inteligência e ferramentas modernas para se aproximar dos consumidores”, disse o vice-presidente do sindicato, Sebastião Abritta. Supermercados e padarias, que permanecem abertos durante a quarentena, também garantirão a venda do produto.

Antes do cenário de restrições impostas em função da pandemia, a estimativa era de 1,7 milhão de ovos de Páscoa vendidos neste ano. Uma diferença de 100 mil a mais em relação à data, em 2019. “Mas os efeitos do coronavírus mexeram com toda a economia de Brasília e do país”, pontuou Sebastião Abritta.

No entanto, o Sindvarejista prevê que o gasto médio por consumidor seja maior, comparado ao ano passado. A expectativa é de que cada pessoa gaste cerca de R$ 180, em contraponto aos R$ 170, em 2019. Ovos de páscoa artesanais devem responder por 25% das vendas.

Com informações do Correio Braziliense

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